Vacinas comestíveis

 

Sabemos que ainda hoje as vacinas não atingem por completo a população mundial, seja por dificuldades (áreas de difícil acesso em que a vacina não consegue ser transportada num resfriamento adequado), por valores e, até mesmo, por pessoas que são contra essa medida preventiva.

Pensando nessas adversidades, biólogos moleculares pensaram em um modo de inserir antígenos na dieta dessas pessoas. Isso foi desenvolvido por meio do método de transgenia, em que foram inseridos genes para a produção de antígenos.

Isso já foi feito com uma espécie de alface por meio da inserção de genes para produção de antígenos da hepatite B. Ao ingerir o alimento, o indivíduo entra em contato com o antígeno, não correndo risco de se infectar com o vírus, e produz anticorpos para defesa do organismo.

 

 

LOPES, Sônia & ROSSO, Sérgio. Bio: volume 3 – 1ª ed.- São Paulo: Saraiva, 2010.

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