Plantas medicinais

O Brasil, extremamente rico em biodiversidade, apresenta uma infinidade de espécies com interesse médico, tendo em vista que as plantas produzem uma diversidade de metabólitos secundários que, em maioria, possuem atividade farmacológica.

Essas substâncias podem ser expressas na forma de chás, tinturas, garrafadas ou, até mesmo, na medicina oficial por meio de medicamentos.

A conhecida “maria-sem-vergonha” (Catharanthus roseus) apresenta em sua folha dois alcalóides (vincristina e vimblastina) que são extremamente utilizados no tratamento de, principalmente, leucemia infantil.

O gênero Digitalis apresenta duas substâncias (digoxina e digitoxina)  que são largamente utilizadas no tratamento de insuficiência cardíaca e taquicardia. São espécies nativas da Europa, conhecidas como “dedaleiras”.

Outra espécie muito conhecida é a Ginkgo biloba, planta que produz flavonóides que atuam no sistema vascular e também apresentam uma ação contra agentes que podem causar o câncer.

LOPES, Sônia & ROSSO, Sergio. Bio: volume 3- 1ª ed.- São Paulo: Saraiva, 2010.

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