Caramujo africano: qual o real problema?

O caramujo africano, Achatina fulica, é extremamente conhecido por causar diversos danos à agricultura, ao meio ambiente a à saúde dos humanos.

Introduzido ao Brasil há mais de 20 anos, o caramujo africano veio ao nosso país com o objetivo de ser uma opção mais acessível economicamente que o escargot, outro molusco muito consumido.

Porém, com o fracasso dessa estratégia, os caramujos foram dispensados em rios, lixo e em terrenos baldios, começando todo o problema.

Essa espécie é extremamente adaptável, ou seja, se alimenta de uma infinidade de alimentos (até mesmo papelão!) e vive em diversos ambientes, inclusive suportando o clima, em alguns momentos, frio e seco.

Por ter um hábito alimentar amplo e variado, a espécie acaba, muitas vezes, se alimentando de grandes produções agrícolas e prejudicando o lucro do produtor.

Quanto à saúde, o caramujo já foi hospedeiro de dois parasitos:

Angiostrongylus costaricensis – causa angiostrongilíase abdominal;

Angiostrongylus cantonensis – causa meningite eeosinofílica;

LOPES, Sônia & ROSSO, Sergio. Bio: volume 3- 1ª ed.- São Paulo: Saraiva, 2010.

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